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segunda-feira, 26 de março de 2012

Implantação da DPU em Anápolis é barrada pelo Tribunal
Tribunal defere pedido de suspensão da tutela que dava à União o prazo de 120 dias para início dos serviços da DPU no município


Mesmo com os esforços do Ministério Público Federal em Goiás (MPF/GO) para que sejam implantados os serviços da Defensoria Pública da União (DPU) em Anápolis, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) deferiu pedido da União de suspensão da antecipação dos efeitos da tutela que dava o prazo de 120 dias para a implantação dos seus serviços no município.
Para não cumprir a determinação, proferida em sentença, a DPU alegou ao TRF-1 que “a Defensoria conta com 481 cargos de defensor público federal, número insuficiente para atender a integridade da população carente do Brasil, considerando-se, principalmente que o órgão tem atribuição para atuar em todos os ramos da Justiça da União”. Além disso, que a decisão liminar desconsiderou “os critérios e planos adotados pela Administração Pública, em que prevê uma ordem de prioridade para instalação de órgãos da DPU”.
O objetivo do MPF, com a implantação da DPU no município, era propiciar atendimento a todos aqueles da região que não têm condições financeiras para custear um advogado particular. Se criado o novo núcleo atuaria na Subseção Judiciária de Anápolis e nas Varas da Justiça do Trabalho no município.
Entenda o caso
No início de 2011 o MPF, por meio da Procuradoria da República em Anápolis, obteve êxito em uma ação civil pública que pedia a criação e implantação de um núcleo da DPU naquele município. A ação foi movida diante da falta de defensores públicos para grande parte da população goiana.
De acordo com o procurador da República Rafael Paula Parreira Costa, mais de 740 mil pessoas em Anápolis e região não têm o atendimento necessário. Para garantir que todos pudessem ter acesso a esse serviço, o MPF requereu a alocação de defensores públicos para o interior já que todos estão lotados em Goiânia.
Em decisão liminar de 27 de maio de 2011, ao determinar a instalação da DPU em Anápolis, o juiz federal substituto Eduardo de Melo Gama, ressaltou a enorme demanda existente na Subseção da Justiça Federal em Anápolis, afirmando que “só para se ter uma ideia do grande número de feitos criminais (inquéritos policiais, ações penais, termos circunstanciados, medidas cautelares) que tramitam naquela Subseção Judiciária, somente em 2010 foram distribuídos 807 processos, enquanto que nas duas varas federais criminais de Goiânia (5ª e 11ª), 2330 feitos foram distribuídos, ou seja, nesta Subseção tramitou quase a metade dos processos da Seção de Goiânia.”
A decisão da Justiça estabeleceu que a União teria seis meses para implantar o núcleo da DPU em Anápolis. Nessa unidade, deveria haver a lotação adequada de defensores públicos, bem como toda a estrutura administrativa e de pessoal de apoio para exercer as atribuições características do órgão nas instâncias administrativas na Subseção Judiciária de Anápolis e nas Varas da Justiça do Trabalho do município.
Edição: anapolisGOnews
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Requerimento para criação da CPI dos Caça-Níqueis obtém 181 assinaturas
 


Marco Maia recebe o pedido de criação da CPI, proposta pelo deputado Protógenes (E).
    

O deputado Delegado Protógenes (PCdoB-SP) conseguiu reunir 181 assinaturas (dez a mais que o necessário) para propor a criação da CPI dos Caça-Níqueis.
O requerimento foi entregue nesta terça-feira ao presidente da Câmara, Marco Maia, e no momento aguarda análise jurídica da Secretaria-Geral da Mesa Diretora. Acompanharam o deputado Protógenes, no ato de entrega, os deputados Dr. Rosinha (PT-PR) e Chico Alencar (Psol-RJ).
Conforme a proposta, o objetivo da comissão é investigar denúncias de envolvimento de parlamentares com o suposto contraventor Carlinhos Cachoeira, preso pela Polícia Federal sob acusação de explorar jogos ilegais em Goiás.
Protógenes afirmou que é preciso investigar os indícios de que alguns parlamentares estão sendo monitorados por escutas ilegais e também a denúncia de que há parlamentares envolvidos com o crime organizado.
“Conforme noticia toda a mídia nacional, a Policia Federal, cumprindo ordem judicial, na chamada Operação Monte Carlo, prendeu em Goiás integrantes de uma grande organização criminosa que operava com contravenção do jogo de bicho, caça-níquel e corrupção em larga escala de autoridades civis, policiais e políticos”, diz Protógenes.
Segundo ele, o grau de infiltração do crime organizado nos Poderes da República é tão grande que se constitui uma verdadeira ameaça ao Estado Democrático de Direito.
Pressupostos
O Regimento da Câmara exige, como pressupostos para a criação de CPIs, a apuração de fato determinado e prazo certo. Se a assessoria jurídica da Mesa considerar que o pedido satisfaz essas exigências, o presidente da Câmara assinará o ato de criação da comissão e pedirá aos líderes partidários que indiquem seus integrantes. Depois que os integrantes forem indicados, a comissão poderá ser instalada. (Agência Câmara).

Nove deputados goianos assinaram o requerimento para a criação da CPI dos Caça-Níqueis

Dos 17 parlamentares da bancada goiana, mais da metade assinaram. A maioria dos adversários do governador Marconi Perillo. Dona Iris (PMDB), Flávia Morais (PDT), João Campos (PSDB), Leandro Vilela (PMDB), Marina Sant´Anna (PT), Pedro Chaves (PMDB), Rubens Otoni (PT) e Sandro Mabel (PMDB). Apenas Heuler Cruvinel (PSD), aliado do tucano assinou o requerimento. A maioria dos marconistas ficou de fora e dois dos três deputados do PSDB não assinaram o requerimento.
 
 
Edição: anapolisGOnews

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Goiás quer prevenir surto de Febre Amarela

 

Considerada uma doença cíclica, a Febre Amarela reaparece em períodos de cinco a 7 anos, o que faz de 2012 um ano possível para o reaparecimento da doença


Atentos à sazonalidade das doenças cíclicas, a Secretaria da Saúde promoveu, recentemente, o Seminário Estadual de Ações de Controle da Febre Amarela, no Augusto´s Hotel, no Centro de Goiânia. Em seu último surto no Estado, nos anos de 2007 a 2009, foram detectados 24 casos da doença, com evolução para morte de 16 deles. Um índice de letalidade de 66,66%.
Conforme explica a coordenadora de Zoonoses da Superintendência de Vigilância em Saúde, Daniella Carpaneda Machado, a febre amarela é uma doença febril infecciosa aguda, que pode evoluir para hemorragia, com a piora do quadro. O ciclo de ocorrência é de 5 a 7 anos, o que coloca 2012 para possível reaparecimento da doença. “Este evento visa subsidiar profissionais da saúde sobre os cuidados necessários para a prevenção e controle da doença. Para isso, conseguimos reunir profissionais das regionais de Saúde, de municípios que apresentam maior risco e que oferecem apoio e controle de endemias”, alega Daniella.
A vacina é permanentemente oferecida pela rede pública de saúde em Goiás, considerado uma área endêmica da doença. Em casos de suspeita ou mesmo detecção do vírus em primatas não humanos (macacos) a vigilância epidemiológica atua de forma preventiva, garantindo a cobertura vacinal in loco da população local, esclarece Daniella. O prazo de cobertura da vacina é de dez anos.
A febre amarela é uma doença sem cura, apenas se trata os sintomas. Ela apresenta como sintomas iniciais febre alta, dores no corpo e vômito, nos três primeiros dias. Passado esse prazo, há uma remissão do quadro, podendo evoluir para hemorragias, icterícias e insuficiência hepático renal.
Desde 1942 não há registros no Brasil da febre amarela do tipo urbano, quando o hospedeiro principal é o ser humano. O último surto em Goiás foi do tipo silvestre, que tem no macaco o hospedeiro principal para depois ocorrer a infecção humana, por meio do vetor Aedes Albopictus. “Temos que impedir que esse ciclo urbano se instale novamente, fazer o controle vetorial e a imunização para que não vivenciemos novo surto”, declara.
Edição: anapolisGOnews
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Coface promove coquetel em Anápolis em parceria com a Contrast Corretora de Seguros



Evento irá informar sobre o seguro de crédito, produto inovador pouco conhecido por empresários na região.
O evento promovido pela Coface, em parceria com a Contrast Corretora de Seguros, acontece no próximo dia 26 de março, em Anápolis - Goiás. Os presentes conhecerão a importância das empresas protegerem os seus recebíveis e ainda aumentar sua participação no mercado.
Para abordar o universo do seguro de crédito, o gerente comercial das operações brasileiras da Coface, Marcelo cunha, dará palestra sobre “Gerenciamento de Risco de Crédito”.
Os participantes receberão informações sobre como o seguro de crédito pode proteger o negócio de uma empresa, e garantir a cobertura contra o não-pagamento, inadimplência ou falência de seus clientes.
Serviço
Data: segunda-feira, 26 de março de 2012
Horário: A partir das 18h30
Local: Auditório da ACIA – (Associação Comercial e Industrial de Anápolis) - Rua Manoel D’ Abadia, 305 – Centro – Anápolis – GO
Inscrições: Entrar em contato através do e-mail cont...@terra.com.br
 
Edição: anapolisGOnews
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domingo, 25 de março de 2012

Juiz federal dá dicas para quem quer ser aprovado em concurso público

'É necessário que o candidato tenha bastante disciplina', diz o juiz.
Outra dica é otimizar o tempo de estudo conciliando com o lazer.

Passar em um concurso público não é tarefa fácil. A concorrência é bastante forte e o número de vagas normalmente é bem reduzido. Para conseguir a aprovação, é necessário que o candidato tenha, sobretudo, bastante disciplina. Além disso, otimizar o tempo de estudo conciliando com o lazer é uma das dicas oferecidas pelo juiz federal Willian Douglas. O profissional esteve na segunda edição da Expo Concursos, realizada no Centro de Convenções de Goiânia, para oferecer dicas aos candidatos a uma vaga no funcionalismo público.

Confira as dicas:
1 – Ter disciplina.
2- Não ter medo da prova.
3 -O importante não é a quantidade de horas e, sim, a qualidade do estudo. Segundo o juiz, é melhor estudar quatro horas concentrado do que oito horas distraído.
4 – Candidato deve dividir o horário; fazer um quadro com as horas para estudo e outras atividades pode ser uma boa opção.
5 – Sempre fazer aquilo que o cérebro “quer” fazer. O juiz explica que se o candidato estiver fazendo alguma atividade e quiser fazer outra, o ideal é parar e começar de novo.
6 – Trabalhar e estudar é possível para quem pretende fazer prova de concurso. Para isso, basta apenas saber se organizar.
7 – Para os iniciantes, a dica é pesquisar por concursos que lhes serão interessante. Verificar editais e se informar sobre o certame é o primeiro passo.

Edição: anapolisGOnews
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Confira vagas do CIEE em Anápolis.

Capital conta com 186 vagas para estágios em diversos cursos.
Há também 18 oportunidades distribuídas em Anápolis.


O Centro de Integração Empresa-Escola de Goiás (CIEE) oferece 186 vagas de estágio para alunos do ensino médio, tecnológico e superior em Goiânia. Há também 18 oportunidades para estudantes de Anápolis.
Para se cadastra, o interessado deve assessar o site do CIEE e dirigir-se a uma unidade de atendimento em Goiás, de segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 17h, para candidatar-se. Confira a relação:


Anápolis

Administração
05 vagas
Do 2º ao 7º Período
Pedagogia
01 vaga
Do 1º ao 4º Período
Contabilidade
01 vaga
Do 3º ao 6º Período
Engenharia Civil
01 vaga
Do 6º ao 8º Período
Ensino Médio
01 vaga
Do 1º ao 3º Ano
Marketing
02 vagas
Do 3º ao 6º Período
Engenharia Civil
01 vaga
Do 6º ao 8º Período
Técnico em Recursos Humanos
01 vaga
Do 5º ao 7º Período
Engenharia Civil
01 vaga
Do 6º ao 8º Período
Farmácia01 vaga
Do 2º ao 8º Período
Educação Física
01 vaga
Do 5º Período
Informática
01 vaga
Do 3º ao 6º Período
Ciência da Computação
01 vaga
Do 1º ao 10º Período


Edição: anapolisGOnews
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Ex-padre é suspeito de matar mulher em GO

Vítima faria uso constante de fortes medicamentos comprados pelo suspeito

Um ex-padre é suspeito de ter assassinado a mulher em Anápolis (GO). Eles viviam juntos há 15 anos e já tinham um filho. A vítima, segundo testemunhas, tomava medicamentos fortes sem receita médica, que eram comprados pelo marido. Esse uso excessivo de remédios pode ter provocado a morte.

O corpo foi achado sem sinais de violência no apartamento onde eles viviam e o ex-padre enterrou a mulher sem comunicar a família. Os parentes só souberam da notícia dois meses depois.
Eles teriam um relacionamento conturbado e brigavam com frequência. A polícia informou que abriu um inquérito e que o homem é considerado foragido da Justiça.





Edição: anapolisGOnews
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